Inspiração? Solidão!


Escuto os pingos tocarem as pedras que calçam os becos ao lado da minha casa
Muitas vezes tenho a ligeira e louca impressão de poder ouvir tudo
O vento zúne no vidro da janela...
Apenas nada...
Só a chuva e toda a solidão lá fora.

Não mais solidão do que habita em mim
Nem dormir eu consigo
Solidão, solidão e solidão.
As vezes eu até te acho legal
Lembraças de tudo e perspectivas de alguma coisa e nada
ao mesmo tempo me tomam
Lembro-me do que meu pai me disse ao me ver de olhando para o computador.

Solidão,
Sempre tão presente
Sempre tão compreensiva.
Vai ver você é quem mais me entende
Ou simplesmente sente prazer em me ver sozinho.

Melancolia toma conta das minhas palavras,
meus olhos estão secos, implorando por um borcejo
E esta madrugada, sim, ela está conseguindo ser mais longa que qualquer dia.
Solidão, solidão...
Sempre tão presente.

Deixe-me ver o que há lá fora
Nada além de névoa
Ah! Escuto os grilos cantarem.
Já não dá para ver as estrelas.
Um suspiro, quanto lamento.

02:31 hr da manhã...
E já diz o Cb. Amaro (Meu pai)

"Vai dormir Tallys! Negócio de vaca!"

Sinceramente não sei bulhufas o porque do "negócio de vaca".

(Tallys R.)


terça-feira, 22 de junho de 2010 às 22:31

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